quarta-feira, 23 de novembro de 2016

CNBB realizará lançamento da Doutrina Social da Igreja para os Jovens (DOCAT)

Evento ocorrerá na sede da CNBB, em Brasília, às 14h30
A Comissão Episcopal para a Juventude da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) lança nesta quarta-feira, 23 de novembro, o Compêndio da Doutrina Social da Igreja para os Jovens – Docat. As cerimônias ocorrerão em locais e horários distintos, uma na sede da CNBB, em Brasília (DF), às 14h30 e outra no Colégio Dom Bosco, às 20h, também em Brasília.
O Docat é uma adaptação atraente e ilustrativa do Compêndio da Doutrina Social da Igreja, um pequeno manual dos Ensinamentos Sociais da Igreja. O livro foi idealizado pelos mesmos criadores do Catecismo Jovem (Youcat) e apresentado durante a Jornada Mundial da Juventude 2016, ocorrida em Cracóvia, na Polônia. Seu principal objetivo é ensinar numa linguagem dialógica, com perguntas e respostas, como os jovens cristãos podem mudar o mundo através da ação social e política, com base nos ensinamentos do Evangelho.
A elaboração e a ilustração do livro contou com a participação de jovens de diferentes países. De acordo com o assessor da Comissão para a Juventude, padre Antônio Ramos Padro, com o Docat a Igreja pretende ter um alcance maior, sobretudo dos Jovens. “A Doutrina Social da Igreja é um documento antigo e que nessa linha de diálogo com os jovens os convoca para praticar três ações contínuas, uma é de se transformar; transformar ele mesmo enquanto jovem, transformar ao seu redor e transformar a sociedade”, explica.
Durante o lançamento, a “Edições CNBB” disponibilizará exemplares para a venda. Participarão da ocasião, a presidência da CNBB, membros do Conselho Episcopal Pastoral e representantes do Setor Juventude da arquidiocese de Brasília. 

Comissão para os Bispos Eméritos planeja próximas atividades

Reunião ocorreu na sede da CNBB, em Brasília

A Comissão Especial para os Bispos Eméritos da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) esteve reunida nesta segunda-feira, 21, na sede da entidade, em Brasília (DF). Na ocasião, os bispos fizeram um balanço anual das atividades da Comissão e planejaram ações para o ano de 2017. 
Uma dessas ações foi apontada pelo arcebispo emérito de Manaus e presidente da Comissão, dom Luiz Soares Vieira, que destacou a elaboração das próximas edições do informativo “Marcas no Caminho”. “Primeiramente nós tratamos aqui do nosso informativo ‘Marcas no Caminho’, que ano que vem esperamos contar com três números. Ele deverá ter entrevistas com alguns bispos do Brasil, notícias da CNBB e, claro, dos bispos eméritos”, afirmou.
Na reunião, os bispos também planejaram o próximo Encontro Nacional dos Eméritos, que ocorrerá de 11 a 14 de setembro, no Rio de Janeiro (RJ). Ainda no ano que vem, eles também participarão de um encontro promovido pelo Conselho Episcopal Latino-Americano (Celam), em março. Para dom Luiz, os eventos pretendem proporcionar aos participantes uma troca de experiência e vivência.
O secretário geral da CNBB, dom Leonardo Steiner, também esteve presente no encontro. 

A Comissão

A Comissão Especial para os Bispos Eméritos foi criada em 2012 pela presidência da CNBB. Segundo o documento oficial de criação, a Comissão tem como atribuições “acompanhar os bispos eméritos; apoiar e dar assistência aos mesmos; ser elo de comunicação entre os bispos e bispos eméritos e atender às necessidades dos eméritos que não sejam supridas pelas respectivas dioceses".
Atualmente é composta pelo presidente, dom Luiz Soares Vieira; pelo secretário, dom Esmeraldo Barreto Faria; por dom Augusto Alves da Rocha, dom Genival Saraiva França, dom Elias James Manning, dom Itamar Vian e pelo assessor da Comissão Episcopal Pastoral para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada da CNBB, padre Deusmar Jesus da Silva.  

terça-feira, 22 de novembro de 2016

Último Consep do ano inicia em tom de agradecimento

Teve início nesta terça-feira, dia 22 de novembro, a última reunião do Conselho Episcopal Pastoral (Consep) da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) neste ano de 2016. O encontro, na sede da entidade, em Brasília (DF), segue até amanhã , dia 23, e foi iniciado com a celebração da palavra cuja temática foi o agradecimento por este ano, um “tempo precioso de misericórdia e conversão” oferecido a todos.
“Rendamos com alegria graças a Deus, Pai de Nosso Senhor Jesus Cristo, porque neste ano de graça, nos abençoou com toda a espécie de bênçãos espirituais”, motivou o arcebispo de Salvador (BA), dom Murilo Krieger, que preside esta reunião do Consep. Segundo dom Murilo, diante da situação em que se encontra o país, pode-se esquecer de agradecer de que aconteceram muitas coisas bonitas.
Aos presentes na celebração, foi pedido que recordassem momentos significativos que na caminhada do corrente ano de 2016 revelaram “a misericórdia do Pai”. Bispos e assessores lembraram de fatos marcantes para a caminhada da Igreja no Brasil e no mundo. 
O bispo auxiliar de São Luís (MA) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Ação Missionária e a Cooperação Intereclesial da CNBB, dom Esmeraldo Barreto de Farias, recordou o acontecimento de dois encontros, na última semana, que envolvem a evangelização na Amazônia. A cidade de Belém (PA) recebeu o 2º Encontro da Igreja Católica na Amazônia Legal e o Encontro das Igrejas Irmãs.
Também foram lembrados o Fórum de Pastoral da Educação e da Pastoral Universitária; a aprovação e a boa recepção nas dioceses do Documento 105 da CNBB “Cristãos Leigos e leigas na Igreja e na sociedade – sal da terra e luz do mundo”, aprovado pela 54ª Assembleia Geral da Conferência; o Ano Santo da Misericórdia, encerrado no último domingo; os seis seminários promovidos pela Rede Eclesial Pan-Amazônica (Repam) nos regionais da CNBB sobre a encíclica Laudato Si’; o encontro sobre Ecumenismo realizado pelo Conselho Episcopal Latino-Americano (Celam); e a publicação da exortação apostólica pós-sinodal do papa Francisco Amoris Laetitia.

Reunião

O Consep é composto pelos 12 bispos que presidem as Comissões Episcopais Pastorais da CNBB, além dos três componentes da Presidência. Acompanham os bispos, nessas reuniões, os representantes de organismos importantes da Igreja e o grupo de assessores que trabalham em cada uma das comissões. Há ainda a participação de especialistas como pesquisadores, professores universitários, profissionais e personalidades que se despontam no estudo e na atuação em diversas áreas de atividades da sociedade brasileira. 
Na manhã desta terça-feira, os bispos acompanharam uma análise de conjuntura que é sempre apresentada por um grupo de observadores e estudiosos da realidade brasileira composto pela própria Conferência com a missão exclusiva de assessorar os bispos no aprofundamento dos assuntos mais importantes da realidade política e social do Brasil.
Entre os temas que serão abordados durante a reunião estão a Reforma do Ensino Médio, o planejamento das atividades Pastorais para 2017; o lançamento do livro DoCat, que apresenta a Doutrina Social da Igreja aos jovens; uma reflexão sobre o Poder Judiciário e a questão do Foro Privilegiado, além do projeto Igrejas Irmãs.

Cardeal Sergio da Rocha

A ausência do presidente do Conselho e da Conferência, cardeal Sergio da Rocha, arcebispo de Brasília, foi justificada pelo vice-presidente da CNBB, dom Murilo Krieger. O cardeal se encontra em Roma, na Itália, e participa de uma reunião da Comissão do Sínodo dos Bispos.

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Conselho Permanente da CNBB ouve análise de conjuntura feita pela Coordenadora da Auditoria Cidadã da Dívida

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Maria Lucia Fattorelli: quase a metade do orçamento federal é “sangrado” para destinação ao setor financeiro
Os membros do Conselho Permanente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), reunidos em Brasília, nesta terça-feira, dia 25 de outubro, ouviram uma exposição sobre a Dívida Pública Brasileira feita pela coordenadora nacional da associação Auditoria Cidadã da Dívida, Maria Lucia Fattorelli. A auditora aposentada do Ministério da Fazenda falou que, na prática, quase a metade do orçamento federal é “sangrado” para destinação ao setor financeiro e apelou à CNBB para que coloque a temática em debate, uma vez que tem pouca visibilidade na mídia.
Maria Lúcia explicou que a questão da temática da dívida pública tem sido abordada pelo movimento desde um plebiscito ocorrido no ano 2000, sobre a Dívida Externa. “Nós temos nos dedicado a estudar esse tema, aprofundar e verificar que dívida é essa, o que está por trás disso e nós conseguimos chegar a determinar que está existindo, não só no Brasil, mas no mundo todo, o que chamamos de ‘sistema da dívida’, um mecanismo que sangra os orçamentos públicos para destinar esses recursos para o setor financeiro. Aqui no Brasil, quase a metade do orçamento federal foi sangrado para este mecanismo da dívida pública”, denuncia.
Para a especialista, que apresentou aos bispos gráficos e documentos que comprovam a necessidade de auditoria da dívida pública, “é um escândalo”, o fato de, na conjuntura de recessão como a de 2015, com queda em vários setores econômicos, o lucro dos bancos ser maior que no ano anterior. No último ano, os bancos no Brasil lucraram R$ 96 bilhões e fizeram uma reserva de R$ 183,7 bilhões, de acordo com Maria Lúcia.
Maria Lúcia fez um apelo à CNBB para que aborde a temática em suas diversas instâncias. Para ela, a capilaridade da Conferência poderá fazer a diferença, em termos de conscientização popular, de construção de um outro modelo que venha garantir vida digna para todas as pessoas no Brasil. “Isso é urgente, isso é necessário. O Brasil, um dos países mais ricos do planeta, precisa dar esse passo”, sinalizou.
O movimento da Auditoria Cidadã da dívida realiza, desde 2001, estudos, publicações, eventos, além de atividades para a mobilização de entidades da sociedade civil nacional e internacional voltados para o objetivo de realizar, de forma cidadã, auditoria da dívida pública brasileira, interna e externa, federal, estaduais e municipais.

Em saudação, CNBB acolhe monsenhor José Roberto Carvalho

Conferência deseja pastoreio feliz e ação evangelizadora fecunda
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulgou saudação ao monsenhor José Roberto Silva Carvalho, nomeado pelo papa Francisco, nesta quarta-feira, dia 26, para a diocese de Caetité (BA). No texto, assinado pelo bispo auxiliar de Brasília e secretário geral da CNBB, dom Leonardo Steiner, o novo bispo é acolhido "com esperança no seio do nosso episcopado". Para a CNBB, a trajetória de evangelizador no interior do Brasil "já o qualifica de modo muito especial para abraçar, com entusiasmo, essa nova missão que a Igreja lhe confia".
Leia na íntegra:

Saudação da CNBB a Monsenhor José Roberto Silva Carvalho

 

Prezado Irmão.
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) manifesta sua alegria e o acolhe com esperança no seio do nosso episcopado. A trajetória de evangelizador no interior do Brasil já o qualifica de modo muito especial para abraçar, com entusiasmo, essa nova missão que a Igreja lhe confia. O pastoreio da Diocese de Caetité (BA) é, certamente, um desafio que se torna ainda mais belo ao ser iluminado pela Palavra do Senhor no diálogo com Pedro: “’Simão, filho de João, tu me amas? ’. Pedro respondeu: ´Sim, Senhor, tu sabes que eu te amo´. Jesus lhe disse: ´Apascenta as minhas ovelhas`” (Jo 21, 17).
A dedicação vivenciada na formação do clero por 15 anos também é um elemento significativo para a nova missão porque lhe aguarda agora de acompanhar e confirmar seus presbíteros na caminhada ministerial. E, claro, a vasta experiência paroquial o deixa em condições favoráveis, de algum modo, para o governo, o ensino e a santificação do povo de Deus.
A Diocese para a qual o Santo Padre o envia é uma preciosidade no Centro-sul do Estado da Bahia. Em seus mais 35 municípios divididos em 33 paróquias reunidas em 5 zonas pastorais, mais de meio milhão de pessoas aguardam sua presença e seu cuidado
Desejamos que seu pastoreio seja feliz e que a sua ação evangelizadora seja fecunda. E, por fim, saudamos sua chegada com uma palavra inspiradora do Papa Francisco, pronunciada no início do mês passado e dirigida aos novos bispos que participaram de um seminário para a evangelização dos povos: “Eu os encorajo a encontrar também as ovelhas que ainda não pertencem ao ovil de Cristo: de fato, a evangelização está essencialmente ligada à proclamação do Evangelho aos que ainda não conhecem Jesus Cristo ou que sempre o rejeitaram”.
Em Cristo,

Dom Leonardo Ulrich Steiner
Bispo Auxiliar de Brasília (DF)
Secretário Geral da CNBB

terça-feira, 25 de outubro de 2016

Celebração de abertura do Conselho Permanente recorda Mês Missionário

Começou na manhã desta terça-feira, 25 de outubro, a 91ª reunião ordinária do Conselho Permanente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), na sede da entidade, em Brasília (DF). Na celebração de abertura do encontro, o arcebispo de Brasília e presidente da CNBB, dom Sergio da Rocha, recordou as motivações do Mês Missionário e ressaltou o chamado à Igreja para que seja “discípula, missionária e profética”.
“Não é possível ser Igreja missionária sem atitude de discipulado”, destacou dom Sergio, que falou da missão eclesial de anunciar a palavra, observado os sinais dos tempos durante reflexão sobre a leitura do Evangelho - na qual Jesus afirma que quem ouve Sua palavra e as põe em prática “é como um homem sensato, que construiu sua casa sobre a rocha”. 
O presidente da CNBB ainda contextualizou o chamado missionário na proposta do Jubileu Extraordinário da Misericórdia, como tem feito nas últimas celebrações de abertura das reuniões com os bispos na Conferência. A Igreja, reiterou, deve ser “misericordiosa, mãe acolhedora e casa de portas abertas”.
Ao final da celebração, dom Sergio rogou a Deus que neste Conselho Permanente, de forma fraterna, os bispos possam contribuir para construir uma Igreja missionária, discípula, “mas que se expressa misericordiosa e profética”.

Mês das Missões

A celebração de abertura recordou o Mês Missionário, cuja Campanha promovida pela Igreja neste ano propõe como tema “Cuidar da Casa Comum é nossa missão” e o lema “Deus viu que tudo era muito bom” (Gn 1,31). Na recordação da vida, o bispo auxiliar de São Luís (MA) e presidente da Comissão Episcopal para a Ação Missionária e a Cooperação Intereclesial da CNBB, dom Esmeraldo Barreto de Farias, lembrou que “o projeto do criador é maravilhoso, mas encontra-se ameaçado. Em nossa Casa Comum, tudo está interligado como uma única família. E nós recebemos de Deus a missão de cuidar dessas relações”.
As preces da celebração também recordaram a temática do Mês Missionário. Foram colocados pedidos pelos missionários que entregam sua vida no anúncio do Evangelho, dedicam sua vida no cuidado dos pobres e da Mãe Terra e também os que se encontram em situações difíceis e até perseguidos na missão de evangelizar e cuidar da vida; pelo papa Francisco, para que seu testemunho e palavra animem a Igreja na missão do cuidado da Casa Comum; pelas comunidades, para que nelas seja despertada a consciência da importância de cooperar e animar o espírito missionário de doação e serviço.
Foram colocadas ainda intenções pelo povo do Haiti, mais uma vez atingido por um desastre natural; pelo artista plástico Cláudio Pastro, falecido no último dia 19; e o pedido para que seja copiado o exemplo do primeiro santo brasileiro, Santo Antônio de Sant’Anna Galvão, cuja festa é celebrada hoje. O bispo de Osasco (SP) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da CNBB, dom João Bosco Barbosa de Sousa, o definiu como “homem da paz e da caridade”. Na atual situação de violência e conflitos em que se insere o país, “fará bem copiar o seu exemplo”, disse o bispo.

Conselho

O encontro iniciado nesta terça-feira segue até quinta, dia 27 e tem a participação da Presidência da CNBB, dos presidentes das Comissões Episcopais Pastorais, dos representantes dos 18 regionais da entidade, além de coordenadores de organismos vinculados à Conferência.
Os bispos irão abordar nestes dias de encontro a pauta da 55ª Assembleia Geral da CNBB, que acontecerá de 26 de abril a 5 de maio de 2017, em Aparecida (SP); uma discussão a respeito de propostas de aplicação da exortação apostólica pós-sinodal Amoris Laetitia – sobre o amor na família e também relacionadas ao Congresso Eucarístico Nacional. Ainda serão tratados temas como a Comissão para assessoria das causas de beatificação e canonização, sugestões para vivência do Ano Nacional Mariano e comunicações dos regionais e das Comissões Episcopais. A Presidência da CNBB fará um relato sobre a visita ao papa Francisco, ocorrida na última semana.
A reunião ainda terá apresentação do texto-base da Campanha da Fraternidade 2017 e avaliação da edição ecumênica deste ano; definição da forma de trabalho que será assumida pelo Grupo de Trabalho de enfrentamento ao Tráfico Humano; entre outros temas relevantes para a atuação pastoral da Igreja.

Presidência da CNBB é recebida pelo papa Francisco

Pontífice informou que não poderá visitar o Brasil em 2017
A Presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) foi recebida pelo papa Francisco, nesta quinta-feira, 20, no Vaticano. Na ocasião, ao falarem sobre o Ano Nacional Mariano, aberto no último dia 12 de outubro em preparação para as comemorações do tricentenário do encontro da imagem de Nossa Senhora Aparecida no rio Paraíba do Sul, os bispos foram informados que não será possível a visita papal na ocasião. A expectativa era que Francisco visitasse o Santuário Nacional de Aparecida durante as comemorações dos 300 anos do encontro da imagem.
“Ele disse que ano que vem não poderá ir a Aparecida porque teria que ir também na Argentina, Chile, Uruguai e não há condições porque esse ano suspendeu as visitas dos bispos e ano que vem vai pegar as visitas que seriam deste ano e do próximo”, explicou o arcebispo de Salvador (BA) e o vice-presidente da CNBB, dom Murilo Krieger.
Durante o encontro, o pontífice expressou seu carinho e atenção pelos brasileiros. O bispo auxiliar de Brasília (DF) e secretário geral da CNBB, dom Leonardo Ulrich Steiner, demonstrou esperança de receber Francisco em breve. “Nós esperamos que no futuro ele venha nos visitar mais uma vez. Isso, certamente acontecerá, porque existe sempre uma conjuntura de elementos, de momento e também a necessidade da presenta do santo padre em outros lugares do mundo”, ressaltou.

Cardinalato

Na entrevista à emissora brasileira, o arcebispo de Brasília e presidente da CNBB, dom Sergio da Rocha, nomeado cardeal pelo papa Francisco no último dia 9, disse que agradeceu ao papa a confiança de escolhê-lo cardeal e compartilhou com a caminhada da Igreja no Brasil. “É um momento bonito, momento em que nós partilhamos a caminhada da igreja no Brasil, particularmente, o trabalho realizado pela CNBB e sempre recebemos algumas orientações do papa”, contou. 
Dom Sergio da Rocha volta a Roma no próximo dia 19 de novembro para participar do encerramento do Jubileu Extraordinário da Misericórdia e do consistório, quando se tornará oficialmente cardeal. “Eu tenho dito e reafirmei para ele que o fato dele ter nomeado um bispo brasileiro cardeal é uma forma também dele expressar o valor, a importância da Igreja no Brasil. A Igreja no Brasil tem a responsabilidade de oferecer a Igreja que está presente em todo mundo sua contribuição”, sublinhou o presidente da CNBB.
Com informações da TV Canção Nova