segunda-feira, 17 de julho de 2017

Prazo para enviar as contribuições e respostas ao Sínodo dos Bispos de 2018 termina dia 31

17/07/2017   Juventude 

Prazo para enviar as contribuições e respostas ao Sínodo dos Bispos de 2018 termina dia 31
Termina no próximo dia 31 de julho o prazo para o envio das contribuições e respostas ao questionário disponibilizado pela Santa Sé sobre a XV Assembleia Ordinária do Sínodo dos Bispos, com o tema “Os jovens, a fé e o discernimento vocacional” que ocorrerá em 2018.  As respostas dos jovens  podem ser enviadas pelo e-mail synodus@cnbb.org.br.
Para o bispo de Imperatriz (MA) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Vilsom Basso, é um tempo de graça, um kairós para toda a juventude, para toda a Igreja, um Sínodo dos Bispos sobre juventude”.
A fase de consulta foi aberta após a publicação do documento preparatório, em janeiro deste ano. Este processo levará à redação do instrumento de trabalho para a assembleia sinodal. Às conferências episcopais, coube a responsabilidade de receber as contribuições e respostas, compilar o material e enviar à Secretária do Sínodo. Aqui no Brasil, a CNBB disponibiliza desde janeiro o texto preparatório com o questionário.
Dom Vilsom Basso explica que estão à disposição dos jovens três maneiras de participar. Primeiro, respondendo ao questionário que já foi encaminhado a todas as dioceses do Brasil e enviando até o final de julho para a CNBB, para que seja feita uma síntese e enviada à Secretaria do Sínodo, no Vaticano – este material poderá ajudar na formulação de ações pastorais no âmbito brasileiro.
“A segunda maneira saiu na semana passada: os jovens poderão participar diretamente no site do Sínodo e ali darem as suas respostas”, indica dom Vilsom, lembrando do site que entrou no ar em 14 de junho. O secretário-geral do Sínodo, cardeal Lorenzo Baldisseri, explicou que a plataforma na internet deve promover “ampla participação”. Com o website, os jovens receberão informações e vão poder também interagir no caminho da preparação para o Sínodo.
A terceira maneira de colaboração com o Sínodo, de acordo com dom Vilsom, é com a partilha de experiências da juventude e expectativas para o Sínodo. Isso poderá ser feito no Facebook, com publicações usando a hastag #popeasks.
Questionário
O Vaticano questiona a juventude e com a finalidade de acompanhar os jovens em seu caminho existencial rumo à maturidade, para que, por meio de um processo de discernimento, “possam descobrir seu projeto de vida e realizá-lo com alegria, abrindo-se ao encontro com Deus e com os homens, participando ativamente da edificação da Igreja e da sociedade”.
O documento preparatório propõe uma reflexão em três partes. A primeira sobre as dinâmicas sociais e culturais. Na sequência, uma abordagem do “discernimento” como instrumento que a Igreja oferece aos mais novos para a descoberta da sua vocação. Por fim, são colocados em relevo os elementos fundamentais da pastoral juvenil vocacional.
Envie para a CNBB
1. BAIXE AQUI o formulário em word;
2. RESPONDA o questionário seguindo as orientações;
3. ENCAMINHE o documento em word para o e-mail: synodus@cnbb.org.br
Prazo final de envio: 31 de Julho de 2017

quinta-feira, 18 de maio de 2017

“Rede Eclesial Pan-Amazônica fez uma opção pelos pobres ”, afirma dom Claudio Hummes

 Amazônia 

“Rede Eclesial Pan-Amazônica fez uma opção pelos pobres ”, afirma dom Claudio Hummes
A Comissão Episcopal para a Amazônia da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e a Rede Eclesial Pan-Amazônica (Repam) – provocadas e iluminadas pela Encíclica Laudato Sí do papa Francisco –, vêm promovendo Seminários sobre a Encíclica nos regionais da CNBB, na Amazônia Legal.
Em 2016 ocorreram seis Seminários. Para 2017 estão previstos dez. Os próximos ocorrerão em Castanhal (PA), de 19 a 21 de maio; Santarém (PA), de 22 a 24 de maio e Altamira (PA), de 26 a 28 de maio.
A proposta é identificar e fortalecer inciativas socioambientais da Igreja e da sociedade na Amazônia, possibilitando o intercâmbio de saberes e ações caracterizando o trabalho em rede, e assim responder ao desafio de proteger a Casa Comum na busca de um desenvolvimento sustentável e integral.
Confira, abaixo, o vídeo que conta com a participação de lideranças comunitárias e pesquisadores, a respeito do projeto.

domingo, 14 de maio de 2017

Memória de 13 de maio de 1981: um jovem turco dispara contra São João Paulo I


Memória de 13 de maio de 1981: um jovem turco dispara contra São João Paulo II
Era 13 de maio de 1981. Uma quarta-feira ensolarada de primavera dos tempos em que a mídia mundial ainda celebrava, há dois anos, a semanal aparição de um papa que mudara a história do Vaticano. Paulo VI, no final do seu pontificado, tinha dificuldades para esse tipo de encontro por causa da idade e da saúde. João Paulo I foi um meteoro. Apareceu de modo a causar simpatia geral, mas faleceu com um pouco mais de um mês depois de sua eleição. João Paulo II chegou trazendo novidades: o papa mais jovem do século 20; um não-italiano que assumira o Trono de Pedro desde o holandês, Adriano VI, em 1522 e o primeiro papa a sair e entrar pela famosa “cortina de ferro” representada pelos países socialistas do leste europeu.
Os projéteis feriram o estômago, a mão esquerda e o cotovelo do Papa
O jovem turco Mehemet Ali Agca disparou três vezes com uma pistola Browning de nove milímetros a menos de sete metros de distância do Papa enquanto fazia um percurso cumprimentando os fiéis nos corredores montados pelos funcionários da Santa Sé para as audiências gerais na Praça de São Pedro. João Paulo II foi atingido por duas balas e foi amparado por seus auxiliares. Os projéteis feriram gravemente o estômago, a mão esquerda e o cotovelo do Papa. Imediatamente, a mídia mundial entrou em pânico. As agências de notícias, a internet da época, espalhou o registro do atentado para todos os continentes e começaram a aparecer as teses sobre as razões que levaram aquele magrinho de barba a querer matar o Papa que angariava simpatias em todo canto.
Tese conspiratória
Eram anos da chamada Guerra Fria. Quase tudo, no debate público a respeito de relacionamento entre as nações tinham a ver com a luta entre os Estados Unidos e a então aliança comunista chamada de União das Repúblicas Socialistas Soviéticas. Falou-se, inicialmente, que os países do leste europeu tivessem interesse na morte do Papa pelo fato dele manifestar pouca disposição em abençoar a expansão comunista. Ficou famosa a tese de que o governo búlgaro estivesse por trás de Ali Agca.
Agca foi preso imediatamente pela polícia italiana e depois de dois anos do atentado, o João Paulo II o visitou e o perdoou na cadeia de Ancona, na região central da Itália
A ficha corrida do turco mostrava, no entanto, que ele tinha condições para pessoalmente querer ser protagonista solitário de um caso daquele tipo. A revista Superinteressante, em edição de setembro de 2005, afirmava que ele publicara uma carta em um jornal de Istambul contra João Paulo II. Criticava “os imperialistas ocidentais” que enviavam à Turquia “o comandante das Cruzadas” e ameaçava: “Se essa visita não for cancelada, vou, sem dúvida alguma, matar o comandante-papa”.  A revista ainda  apurou que Agca “envolvera-se com grupos de extrema-direita e com a ‘máfia turca’, chegara a ser preso por participação num assassinato e era acusado de operar com contrabando de armas e drogas”.
Agca foi preso imediatamente pela polícia italiana e depois de dois anos do atentado, o João Paulo II o visitou e o perdoou na cadeia de Ancona, na região central da Itália. No ano de 2000, ele ganhou a anistia da Justiça italiana e foi extraditado para a Turquia onde cumpriu dez anos de prisão. Ele foi solto em 18 de janeiro de 2010. Em 27 de dezembro de 2014, trinta e três anos após o crime que cometeu, Agca voltou ao Vaticano e depositou rosas na tumba do Papa João Paulo II.
O Terceiro Segredo de Fátima
Curiosidade. Milenarismos. Superstições. Ameaças. Tudo isso circulou em torno do chamado Terceiro Segredo que faltava ser revelado das aparições de Nossa Senhora em Fátima. Artigo de teor formativo publicado pelo portal da Canção Nova, conta que “a revelação do segredo, feita por meio da Sagrada Congregação da Fé, com uma interpretação feita, a pedido do Papa, pelo então Cardeal Joseph Ratzinger, hoje o Papa emérito Bento XVI, prefeito da citada congregação na época, viu-se que se trata de uma visão do século XX, século este impregnado de mártires do comunismo, do nazismo e de outras forças inimigas da Igreja e de Deus. Milhões morreram pela fé”.
O artigo continua: “na entrevista que Dom Tarcísio Bertone, então Secretário da Congregação para a Doutrina da Fé, teve com a Irmã Lúcia, por ordem do Sumo Pontífice, em 27 de abril de 2000, no Carmelo de Coimbra, onde vivia a religiosa, esta, lúcida e calma, concordou com a interpretação do segredo, segundo a qual a terceira parte do Segredo de Fátima consiste numa visão profética, comparável às da história sagrada. Irmã Lúcia confirmou, segundo artigo, “que a principal personagem do segredo era o Santo Padre e recordou como os pastorinhos tinham pena dele. Com relação ao ‘Bispo vestido de branco’ (o Papa), que é ferido de morte e cai por terra, a Irmã concordou plenamente com a afirmação do saudoso Papa João Paulo II: “Foi uma mão materna que guiou a trajetória da bala e o Santo Padre deteve-se no limiar da morte” (Meditação com os Bispos italianos na Policlínica Gemelli, 13 de maio de 1994)”.

quinta-feira, 23 de março de 2017

Protomártires do Brasil serão canonizados

Papa aprovou canonização dos beatos André de Soveral, Ambrósio Francisco Ferro, Mateus Moreira e 27 companheiros mártires
O Vaticano informou na manhã desta quinta-feira, 23, que o papa Francisco recebeu o prefeito da Congregação para a Causa dos Santos, cardeal Angelo Amato, e aprovou os votos favoráveis da Sessão Ordinária dos membros da Congregação a respeito da canonização dos beatos André de Soveral e Ambrósio Francisco Ferro, sacerdotes diocesanos, e Mateus Moreira, leigo, e de seus 27 companheiros mártires, assassinados por ódio à fé, em dia 16 de julho de 1645 e 3 de outubro de 1645, no Rio Grande do Norte, conhecidos como protomártires do Brasil.
O nome de protomártires foi dado na ocasião da visita do papa João Paulo II, em 13 de outubro de 1991, na missa de encerramento do XII Congresso Eucarístico, ocorrido em Natal (RN). Os locais de martírio, Cunhaú e Uruaçu, estão na circunscrição eclesiástica da arquidiocese potiguar. 
Durante o encontro na manhã de hoje, o pontífice autorizou também a Congregação a promulgar o Decreto a respeito do milagre atribuído à intercessão do beato Francisco Marto e da beata Jacinta Marto, dois dos Pastorinhos de Fátima.

Martírio de Cunhaú

No dia 16 de julho de 1645, os holandeses que ocupavam o Nordeste do Brasil, chegaram a Cunhaú, onde residiam vários colonos ao redor do engenho, ocupados no plantio da cana-de-açúcar. Era um domingo. Na hora da missa, 69 pessoas se reuniram na capela de Nossa Senhora das Candeias. A capela foi cercada e invadida por soldados calvinistas e índios que trucidaram a todos que aí estavam, inclusive o pároco, padre André de Soveral que celebrava a missa. Não opuseram resistência aos agressores e entregaram piedosamente suas almas a Deus.

Martírio de Uruaçu

Após o acontecimento de Cunhaú, muitos moradores de Natal pediram asilo no Forte dos Reis Magos ou se refugiaram em abrigos improvisados. No dia 3 de outubro, foram levados para as margens do Rio Uruaçu, onde os aguardavam índios e soldados holandeses armados. Eram cerca de 80 pessoas. Os holandeses, de religião calvinista, trouxeram um pastor protestante para demovê-los de sua fé católica. Todos resistiram a esta tentativa e foram barbaramente sacrificados. Entre eles estava Mateus Moreira que, ao lhe ser arrancado o coração pelas costas, morreu exclamando "Louvado seja o Santíssimo Sacramento".
Entre os mártires, há dois sacerdotes. Vinte e sete são brasileiros natos, um português, um espanhol e um francês. Padre André de Soveral, padre Ambrósio Francisco Ferro, Mateus Moreira e outros vinte e sete companheiros foram beatificados por são João Paulo II, em 5 de março de 2000.
 CNBB
Mais informações:
. Cacilda Medeiros – assessoria de comunicação da Arquidiocese de Natal – (84) 3615-2800 / 99968-6507
. Luiza Gualberto - assessoria de comunicação da Arquidiocese de Natal – (84) 3615-2800 / 99936-3663
A Igreja no Brasil está em festa: o Papa Francisco aprovou a canonização dos protomártires André de Soveral e Ambrósio Francisco Ferro, sacerdotes diocesanos, e Mateus Moreira e seus vinte e sete companheiros leigos.
Em 1645, no Rio Grande do Norte, eles derramaram seu sangue por amor a Cristo. A aprovação da canonização saiu no decreto da Congregação para a Causa dos Santos que recebeu a aprovação do Papa Francisco. O documento foi divulgado hoje pelo Vaticano.
Os chamados mártires de Cunhaú e Uruaçu foram beatificados no ano 2000. “Desde então, o processo se intensificou e agora com esta aprovação do Santo Padre temos como certa a canonização”, disse o arcebispo de Natal, Dom Jaime Vieira Rocha.
Dom Jaime diz que a Igreja no Brasil, em especial no Rio Grande do Norte, está em festa com a notícia e deve dar graças a Deus pela canonização desses mártires. “Isto para nós é motivo de alegria; que a intercessão dos nossos mártires pela nossa Igreja no Brasil, pela nossa Arquidiocese e por todo o povo de Deus seja um sinal de esperança, de testemunho, de convicção na vivência da nossa fé. Eles são um exemplo porque deram a vida, derramaram o sangue, na vivência de sua fé”.
Em 16 de junho de 1645, padre André de Soveral e outros 70 fiéis foram cruelmente mortos por 200 soldados holandeses e índios potiguares. Os fiéis estavam participando da missa dominical, na Capela de Nossa Senhora das Candeias, no Engenho Cunhaú – no município de Canguaretama (RN). Em 03 de outubro de 1645, três meses depois, houve o massacre de Uruaçú. Padre Ambrósio Francisco Ferro foi torturado e o camponês Mateus Moreira, morto. Os invasores calvinistas não admitiam a prática da religião católica.
Os protomártires são os primeiros mártires de uma determinada região. Considerando a Igreja católica em sua totalidade, o protomártir é Santo Estêvão.

quarta-feira, 22 de março de 2017

Papa Francisco nomeia bispo coadjutor para Montenegro (RS)

Padre nomeado é da arquidiocese de Pelotas, também no Rio Grande do Sul
O papa Francisco, acolhendo a solicitação de dom Paulo Antônio de Conto, de poder contar com a colaboração de um coadjutor, nomeou nesta quarta-feira, 22, padre Carlos Rômulo Gonçalves e Silva como bispo coadjutor de Montenegro (RS). Atualmente, o presbítero exerce a função de vigário geral da arquidiocese de Pelotas (RS).
Natural de Piratini (RS), padre Carlos Rômulo Gonçalves e Silva nasceu no dia 24 de janeiro de 1969. Recebeu a ordenação sacerdotal em 08 de dezembro de 1994, em sua cidade natal. É graduado em Filosofia pela Universidade Católica de Pelotas e em Teologia, pelo Instituto de Teologia Paulo VI. Possui mestrado em Teologia Espiritual pelo Instituto de Espiritualidade da Pontifícia Universidade Gregoriana em Roma. 
Na arquidiocese de Pelotas, padre Carlos atuou como assistente do Seminário Menor; assistente do Propedêutico e assistente da Filosofia. Também foi vigário paroquial, pároco, reitor do seminário e coordenador das missões populares e do Serviço de Animação Vocacional.
Atualmente, o presbítero é vigário geral da arquidiocese de Pelotas e responsável pela pastoral no colegiado, além de ser coordenador de Teologia e da Escola Diaconal Arquidiocesana.

terça-feira, 21 de março de 2017

Conselho Permanente da CNBB aprofunda reflexão sobre a realidade econômica brasileira

Segundo economista, razões da crise passam por equívocos nas políticas monetária, cambial e fiscal por parte dos últimos governos
Convidado pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), o presidente do Conselho Federal de Economia (Cofecon), o economista Júlio Miragaya, fez uma exposição sobre as razões da atual crise econômica brasileira. Ele apontou para equívocos recentes nas políticas monetária, cambial e fiscal por parte dos últimos governos. As consequências desses equívocos, além de outras, comprometeram o desenvolvimento econômico atingindo a produção industrial e gerou alto desemprego.
Miragaya lembrou os remédios receitados pelo capital financeiro para superar a crise atual: ajuste fiscal e reformas. Algumas sugestões de medidas que poderiam ser adotadas, segundo o economista: mudar o modelo tributário; preservar os direitos sociais e as políticas públicas de valorização do trabalho; mudar a política macroeconômica; combater a concentração da renda e da riqueza. O economista fez algumas previsões econômicas para este ano de 2017.
Os bispos tiveram oportunidade de questionar o economista sobre alguns pontos da exposição feita. A palestra de Miragaya respondeu pela prática do Conselho Permanente da CNBB que, em suas reuniões ordinárias, sempre dedica espaço para a análise da conjuntura brasileira.
Foto: Maurício Sant´Ana/CNBB

Bispos se manifestarão sobre o momento nacional

Uma ampla pauta de assuntos importantes da vida da Igreja no Brasil será discutida pelos bispos
A emissão de uma Nota Oficial da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) sobre o momento atual da realidade brasileira foi aprovada como ponto da pauta de trabalhos da reunião do Conselho Permanente da Conferência que é composto pelos presidentes das comissões pastorais e os presidentes dos regionais. O encontro, na sede da entidade, em Brasília (DF), começa nesta terça-feira, 21 de março, e se estende até o dia 23, quinta-feira, ao meio dia.
Presidido pelo cardeal arcebispo de Brasília e presidente da CNBB, dom Sergio da Rocha, o encontro também acolhe participação de representantes dos organismos ligados à Conferência e assessores especiais e aqueles que servem nas comissões pastorais. A pauta da reunião contempla vários outros pontos importantes da vida da Igreja no Brasil. O encontro teve início com uma celebração de abertura dedicada a Campanha da Fraternidade deste ano.

Foto: Maurício Sant´Ana/CNBB